Escutas proibidas já são públicas. Envolvidos estão em silêncio
por Sara Sanz Pinto, Publicado em 04 de Fevereiro de 2010
Não há qualquer reacção pública conhecida dos indivíduos ou entidades citados nas escutas hoje publicadas pelo jornal Sol. O Procurador-Geral da República escreveu em Dezembro que não existiam indícios que determinassem a instauração de procedimento criminal contra o primeiro-ministro ou qualquer outro dos indivíduos mencionados nas certidões. Foi essa a razão da ordem de arquivamento e destruição das escutas. Hoje, contactado pelo i, ainda não deu qualquer resposta.
José Sócrates
Filipe Casaca
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