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"Assistimos todos os dias, desde os Nobels da economia até aos nossos opinadores na matéria que é preciso endireitar as contas e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento. Dão para isso, razões absolutamente racionais, que qualquer leigo é capaz de compreender. Admito andar distraído, mas ainda não vi tratar os dois lados da equação da mesma maneira, e igual prioridade,como clamam, isto é, as contas e o desenvolvimento. Porque será ?"
por alfredo mano
"Sinceramente, na minha opinião ninguém tem direito a tirar a vida. Deve sim ser bem castigado pelos crimes, mas nunca morrer. Julgar um ser humano a este ponto nunca deveria ser permitido. De mais a mais não se sabe o dia de amanhã e até mesmo nós podemos cometer os mesmo erros."
por maria carmo silva silva
"Estamos integralmente de acordo com a Ministra da Justiça. São mais do que horas de deixarmos de ser uns miseráveis subsidio-depentendes de um Estado opressor, corrupto, e corporativo, e passarmos a constituir uma sociedade baseada nos valores da família, da solidariedade, da livre iniciativa e da RESPONSABILIDADE ...onde a Justiça funcione célere e eficáz."
por Maria Silva e Sá
"Hoje sabemos que desde o 25 de Abril, a nata portuguesa (politicos, advogados, juizes, economistas, empresários, banqueiros....e demais sanguessugas ligadas ao Estado), levaram o país à bancarrota, mentindo aos portugueses, e legitimando a sua acção de rapina e destruição com uma pseudo democracia onde as cabeças a escrutíneo eram escolhidas pelos lobbies partidários para defender interesses completamente alheios ao eleitorado que neles votava. Sócrates deu a estocada final. Mas a verdade, e vendo os números, TODOS os anteriores governantes são responsáveis pelo estado a que chegámos. A maioria da população portuguesa viveu estes anos com aquilo que ganhou com o seu trabalho. O Estado e a Banca endividaram o país de forma criminosa e apresentam agora a factura ao povo. Neste como em muitos casos, a culpa morre solteira ! Mas é fácil de conhecer os responsáveis: Desde o 25/Abril, TODOS OS PRESIDENTES, TODOS OS PRIMEIRO MINISTROS, TODOS OS MINISTROS DAS FINANÇAS, são, em diferentes medidas os principais responsáveis."
por Carlos Sousa
"Parece-me que há um pressuposto comum entre os que defendem a saída do Euro e os que, pelo contrário, a criticam: é que ambos partem do princípio de que é uma mera opção. Há que ser lúcido e afirmar claramente: a saída do Euro é uma inevitabilidade!! Entendamo-nos: se na Alemanha e em França estivessem outros líderes que não estes, se houvesse uma política europeia a sério, então talvez fosse possível salvar o Euro. Mas não há, ponto final! E quanto mais cedo se começar a preparar atempadamente essa saída, melhor! Será um processo complicado mas ainda é negociável. E se não prepararmos isso atempadamente então a alternativa é que será tudo feito à bruta, e será bastante pior..."
por carl cam
"A saída do euro, com toda a sua carga financeira e económica, acaba por ser um problema politico. Os paises que não deviam ter entrado no euro deviam, ao menos, por uma vez, estudar o problema duma possivel e vantajosa saída conjunta. Certamente, que aos promotores da zona euro e aos seus aderentes conscientes, tal saída seria, também, vantajosa. Parece haver, pois, matéria, de interesse comum, para negociar. Avançar com mais qualquer ideia, julgo que seria prematuro. Mas não deixo de notar, que a globalização foi, e continua a ser, tão inevitável como estimulante.Todavia, não pode ser aplicada indiscriminadamente.A Europa tem massa crítica conceptual de globalização, mas a sua massa histórica e politica excede o conceito."
por alfredo mano
"Concordo com o autor do artigo,mas permito-me acrescentar que, qualquer que seja o destino europeu, este buraco em que se caíu, tem de ser tapado.Há várias maneiras de o fazer. A mais prática, talvez a mais radical, mas aconselhada pela realidade histórica e politica da Europa,é acabar com a moeda em termos justos, equitativos e dignos.Pretendeu-se construir a Europa em empreitada acelerada.A agenda temporal foi um dos grandes erros.O outro grande erro foi fugir, conscientemente, ao referendo popular europeu.Mas, mais esta tentativa de união teve um grande sucesso: foi a comunidade comercial. Julgo que não se deve deixar de o aproveitar e recomeçar, se for esse o desejo dos povos europeus."
por alfredo mano
"Creio que quem deveria ter um orcamento rigoroso é a UE que gastam milhoes em coisas fúteis. Esse deveria ser o exemplo que eles deviam dar à Europa nao é estarem a estagnar as economias dos países com medidas que de ajuda nao têm nada."
por Orlando Pinto
"É absolutamente inacreditável a forma como foi gerido o nosso País, nestes últimos anos!Será que para Sócrates não havia nada sagrado? Os descontos dos trabalhadores deveriam estar a salvo destes vampiros. Será bom que o PCP e o BE vejam onde estão os famigerados especuladores, a grande maioria deles são os bancos nacionais e as entidades públicas, será que continuam a dizer que é necessário fazer um acordo com os devedores?Todas as aplicações na dívida nacional são empréstimos a fundo perdido! Será bom que os portugueses saibam toda a porcaria que foi feita nestes últimos seis anos, por exemplo, que foi também por haver aplicações destas que foi nacionalizado o BPN que se tivesse ido à falência arrastaria consigo muito do dinheiro dos trabalhadores nacionais. Para quando o julgamento de Sócrates?"
por Maria Louro
"Tarifas sociais; passes sociais; isenções em taxas moderadoras; acção social escolar; e por aí fora.Tarifa social de eletricidade? Então quem gasta a mesma quantidade de eletricidade não deveria pagar por igual?Afinal para que serve o IRS? Não deveria ser como tributar os cidadãos em função dos seus rendimentos? Algo vai mal neste emaranhado todo. Com tudo isto, sinto-me duplamente tributado neste país cujo estado deve ter alguma coisa contra para com quem tira rendimentos do seu trabalho. Sim, porque estes de nada usufruem quando comparados com outros que não descontam um chavo."
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"Assistimos todos os dias, desde os Nobels da economia até aos nossos opinadores na matéria que é preciso endireitar as contas e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento. Dão para isso, razões absolutamente racionais, que qualquer leigo é capaz de compreender. Admito andar distraído, mas ainda não vi tratar os dois lados da equação da mesma maneira, e igual prioridade,como clamam, isto é, as contas e o desenvolvimento. Porque será ?"