Jorge Alves, presidente do Sindicato dos Guardas Prisionais comparou as algemas que ontem permitiram que dois presos fugissem de uma carrinha celular às que são comercializadas nas sex shops.
Em declarações à TSF, Jorge Alves garantiu que "se formos a uma sex shop encontramos algemas à venda em que as chaves permitem a abertura dos equipamentos usados pelas forças de segurança no seu todo".
Hoje, Rui Sá Gomes, director-geral dos Serviços Prisionais, ordenou uma vistoria a todas as algemas, depois do episódio de terça-feira.
Os reclusos fugiram ontem à tarde quando a porta da carrinha celular foi aberta e um dos guardas prisionais foi atingido na cara com um gás, que se presume ser gás pimenta.
O director dos Serviços Prisionais admitiu que as algemas colocadas num dos detidos "tinha uma deficiência".
"Experimentei aquelas algemas e consegui abri-las com simplicidade, pelo que determinei uma vistoria a todas as algemas para saber se há mais naquelas condições", disse Rui Sá Gomes.




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