Presidenciais

Nobre, Alegre e Moura: a análise da candidatura de Cavaco aos olhos de outros candidatos

por Mariana de Araújo Barbosa , Publicado em 26 de Outubro de 2010   
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Fernando Nobre, Manuel Alegre, e Defensor Moura reagiram pouco depois da apresentação da recandidatura de Cavaco Silva.

Depois do discurso do Presidente da República, Fernando Nobre considerou que, apesar da experiência económica de Cavaco Silva, o país não consegui escapar à entrada da crise.

“O professor Cavaco Silva acabou por invocar as mesmas razões que invocou há cinco anos, como a sua grande experiência económica, grande conhecimento dos dossiês, preocupações com o desemprego, com a juventude, com o crescimento económico, mas o facto é que, ao ouvi-lo, tive a impressão de regressar ao passado”, afirmou.

A recandidatura de Cavaco Silva não surpreendeu Manuel Alegre, que disse já esperar que o Presidente da República se candidatasse pela direita. "Era uma recandidatura anunciada há muito pelo próprio Presidente e pela forma como tem havido uma confusão entre o exercício das funções presidenciais e a campanha eleitoral”, disse Alegre.

Já Defensor Moura, acusou o Presidente da República de não ter tentado qualquer passo no sentido da regionalização, "que é um precento institucional".

“O professor Cavaco Silva disse hoje [na apresentação da sua candidatura], que ia cumprir a Constituição, mas o que é certo é que, durante estes cinco anos, não deu nenhum passo nem tomou qualquer iniciativa para criar as regiões administrativas, um preceito constitucional que está por cumprir há 30 anos”, sublinhou Defensor Moura.



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