O vendedor ambulante
Desde o século XIX, o falsificador foi representado pela figura do vendedor ambulante, que se passava nas aldeias e tinha nas feiticeiras o seu melhor cliente. Gatos e serpentes bicéfalos, tarântulas felinas, aranhas caveira, basiliscos, são algumas das peças que se podem observar na exposição. Acredite se quiser.
Eddy, o lunático
Uma múmia de setenta centímetros. Segundo o diário de Alessandro, Eddy era “um tipo pouco recomendável que se sofria de escorbuto e se divertia, juntamente, com o irmão, a pregar partidas às pessoas”. Viveram ambos no bosque de Newforest, um lugar onde se diz terem existido elfos, fadas e bruxas.
Belzebu e outros demónios
O gato esteve sempre ligado ao demónio. Era este animal –juntamente com os sapos – que o diabo enviava para controlar a actividade das bruxas, se cumpria o contrato que tinha feito com ele. Na exposição, esta imagem surge numa zona chamada “a parte proibida”. É aqui que se podem ver a máquina consoladora, com que as bruxas satisfaziam os seus desejos sexuais, então condenados pela igreja.
Os duendes do bosque
A senhora Eleonor era uma velhinha com quem Alessandro se cruzou, e que lhe revelou o mundo fantástico de elfos e fadas, escondidas para lá de um bosque. Na exposição, é possível ver uma série de urnas, recipientes de vidro e relicários onde repousam criaturas parecidas com fetos, pequenas múmias e monstruosidades com a forma humana. Segundo o diário de Alessandro, algumas são artificiais, e outras que “não foram manipuladas por ninguém”.
“Bruxaria e Criaturas Fantásticas”
está no Centro de Exposições do Freeport até 19 de Dezembro, aos sábados, domingos e feriados, das 12h00 às 18h.
Bilhetes: 3€ adulto e 1€ criança




Rating: 0.0
Actividade em ionline