As autoridades iranianas suspenderam a morte por lapidação de Sakineh Mohammedie Ashtiani, acusada de adultério, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Ramin Mehmanparast.
“O veredicto relacionado com os assuntos extra matrimoniais foi suspenso para rever o caso”, afirmou o ministro.
O caso de Sakineh, condenada à morte por apedrejamento por alegadamente ter feito sexo fora do casamento e acusada de estar envolvida na morte do marido, provocou críticas a nível internacional. Centenas de pessoas manifestaram-se em defesa de Sakineh, nomeadamente em Lisboa e Paris.
A primeira-dama francesa, Carla Bruni, chegou mesmo a participar numa campanha pelos direitos das mulheres de modo a sensibilizar a União Europeia para pressionar o Irão a rever este caso.




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