Mais de 800 membros da Milícia Nacional Bolivariana (MNB) vão sair esta noite às ruas de Caracas para exercer funções de combate à insegurança.
A iniciativa decorre no âmbito de um programa governamental que prevê que os milicianos complementem tarefas que desenvolvem as Forças Armadas Venezuelanas.
Segundo Gustavo González López, comandante da MNB, os 800 milicianos vão estar distribuídos em 32 batalhões, na área metropolitana, e custodiarão 44 praças públicas, 47 estações do metro de Caracas, 14 parques, 8 sítios históricos, 6 museus e 10 terminais de autocarros de passageiros.
“A ativação da milícia em labores de segurança cidadã vem completar as tarefas de segurança que executa a Força Armada Nacional Bolivariana”, explicou o responsável, vincando que “a milícia é um cidadão útil”.
Em Caracas é frequente ver-se oficiais da Guarda Nacional (polícia militar) fazerem ações de vigilância, principalmente das viaturas, verificando a autenticidade das mesmas e os dados dos condutores.
A ativação da milícia tem lugar numa altura em que os venezuelanos se queixam da forte insegurança que afeta o país, tema diário nas capas e páginas de jornais e que, segundo empresas de sondagem, é considerado o principal problema para a maioria dos cidadãos.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***




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