Iniciativa

Universidade de Aveiro vai ensinar menores a lidar com o dinheiro

por Marta F. Reis com Agência Lusa , Publicado em 20 de Agosto de 2010   
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Menores dos sete aos 17 anos são o principal público-alvo de um projeto nacional para ensinar a lidar com o dinheiro, anunciou hoje a Universidade de Aveiro (UA), promotora desta iniciativa de incremento da “literacia financeira”.

O projeto, designado “Educação+” e a desenvolver em colaboração com a Caixa Geral de Depósitos, visa “contribuir para a formação de consumidores mais informados e mais conscientes da realidade financeira e dos desafios do dia a dia”, segundo um comunicado da UA.

“Nos dias de hoje, e atendendo à atual situação de crise financeira e económica, que a maioria dos países enfrenta, torna-se pertinente a discussão destes temas e a procura de novas respostas e soluções para os problemas do dia a dia”, refere a UA, ao justificar a iniciativa.

A educação financeira, como meio de melhorar a capacidade individual para lidar com as finanças pessoais é, de resto, uma preocupação central de governos e organizações internacionais como a OCDE e a União Europeia, assinala ainda o comunicado.

No âmbito do “Educação+”, “que será em breve apresentado ao Ministério da Educação”, está a ser preparada uma exposição itinerante, que se estreia a 06 de outubro em Águeda e que depois percorrerá outros municípios de norte a sul do país.

A exposição, adianta a UA, será composta por três módulos e os conteúdos desenvolvidos serão apresentados “de forma a dar ênfase à experimentação e ao jogo, como forma de estimular uma possível exploração didática destes temas”.

A outro nível, mas também no âmbito do projeto, está prevista a realização em Lisboa, no dia 28 de setembro, da II Conferência Internacional em Educação Financeira.

“Por uma educação+ financeira” é o tema desta conferência que tem como principais destinatários todos aqueles que nas instituições e empresas exercem actividade nas áreas de formação, social, comunicação e estratégia, desde quadros superiores a vereadores, gestores escolares, professores, formadores e até jornalistas.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.



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