O Governo admitiu “equacionar” a situação laboral do grupo de técnicos do Grupo de Análise e Uso de Fogo, que trabalham a recibos verdes, numa resposta a um requerimento do Bloco de Esquerda, hoje divulgada.
“Face ao Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, a missão do Grupo de Análise e Uso do Fogo (GAUF)insere-se na esfera do combate aos incêndios florestais e, como tal, é da competência da Autoridade Nacional de Proteção Civil, pelo que será equacionada a alteração funcional que se impõe para que este corpo de especialistas disponha do devido enquadramento funcional”, refere o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas.
O Bloco de Esquerda tinha questionado o Governo, a 17 de junho, sobre a precariedade laboral dos especialistas que integram o GAUF, criado em 2006, exigindo a integração dos 24 trabalhadores nos quadros do ministério.
Na resposta, endereçada segunda feira ao BE e hoje divulgada, o ministério não precisou que tipo de “alteração funcional” tenciona adotar.
“Esta resposta é manifestamente insuficiente, ainda mais numa altura como a atual, de deflagração de vários incêndios, em que se tem revelado alguma insuficiência de meios”, considerou o Bloco de Esquerda.
O partido anunciou a entrega, no Parlamento, de um segundo requerimento sobre a mesma matéria, exigindo ao Ministério da Agricultura que “atue com urgência no sentido da integração” daqueles técnicos.
No documento enviado ao BE, o ministério tutelado por António Serrano, salienta que o GAUF é constituído por técnicos especialistas em análise de incêndios florestais e na utilização de fogo de supressão, coordenados pela Autoridade Nacional de Proteção Civil.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***




Rating: 0.0
Actividade em ionline