O Parlamento aprovou hoje um voto de pesar e observou um minuto de silêncio em plenário pela morte do escritor José Saramago, falecido na sexta feira aos 87 anos.
À sessão plenária assistiram a viúva, Pilar del Rio, familiares, como a neta Ana Saramago de Matos, responsáveis da Fundação José Saramago e o editor Zeferino Coelho.
Os representantes partidários salientaram em todas as suas intervenções o seu pesar pelo "grande escritor que é Saramago, que dignificou a língua e a cultura portuguesas".
A deputada Luísa Apolónia, dos Verdes, e o deputado social democrata Fernando Negrão chamaram à atenção para os inéditos do Nobel da Literatura, que deverão ser publicados.
"Os seus livros tiveram sempre a capacidade de nos surpreender e assim acontecerá com os inéditos que já se anunciam", disse Fernando Negrão.
+++ Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo ortográfico +++




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