Três semanas depois do deputado socialista Ricardo Rodrigues ter arrancado os gravadores das mãos dos jornalistas da Sábado, os equipamentos dos jornalistas Maria Espada e Fernando Esteves continuam sem paradeiro conhecido, confirmou o “Público”.
Os aparelhos, que continham material de trabalho e entrevistas realizadas a vários partidos da oposição, foram anexados a uma providência cautelar avançada por Ricardo Rodrigues e enviados para uma das varas cíveis. Segundo Paulo Dias, advogado socialista, “resta aguardar para saber qual o destino que as varas cíveis vão dar aos gravadores”.
Para um dos magistrados contactados pelo jornal, o juiz, vendo que a junção dos gravadores ao processo é desnecessária, pode dar ordens de restituição do material aos jornalistas.
Os jornalistas da revista já fizeram depoimentos perante o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, no processo-crime avançado pela “Sábado”.




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