Casamento gay: Jardim revogava "imediatamente" a lei se fosse primeiro-ministro

por Agência Lusa com Andre Patrocínio, Publicado em 18 de Maio de 2010   
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O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje que se fosse primeiro ministro a lei que consagra o casamento entre homossexuais “era imediatamente revogada”.

“Se eu fosse primeiro ministro essa lei era imediatamente revogada”, disse à margem de uma entrevista concedida ao Clube Multimédia da Escoa EB23 do Curral das Freiras.

Salientou ainda que se fosse Presidente da República “não promulgaria, obrigava os partidos da pseudo-esquerda a ter que votar e aprovar de novo, se eles assim o entendessem, uma lei que é degenerativa, que é degradante e que é humilhante”.

Alberto João Jardim justifica esta sua posição por entender que “os princípios estão acima das conjunturas sejam económicas, de opinião pública ou de costumes”.

“E digo mais, estou-me nas tintas que me chamem homófobo, acho que é um termo que está muito em voga”, concluiu.

O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou segunda feira a lei que estende o casamento civil às pessoas do mesmo sexto.



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