O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje que se fosse primeiro ministro a lei que consagra o casamento entre homossexuais “era imediatamente revogada”.
“Se eu fosse primeiro ministro essa lei era imediatamente revogada”, disse à margem de uma entrevista concedida ao Clube Multimédia da Escoa EB23 do Curral das Freiras.
Salientou ainda que se fosse Presidente da República “não promulgaria, obrigava os partidos da pseudo-esquerda a ter que votar e aprovar de novo, se eles assim o entendessem, uma lei que é degenerativa, que é degradante e que é humilhante”.
Alberto João Jardim justifica esta sua posição por entender que “os princípios estão acima das conjunturas sejam económicas, de opinião pública ou de costumes”.
“E digo mais, estou-me nas tintas que me chamem homófobo, acho que é um termo que está muito em voga”, concluiu.
O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou segunda feira a lei que estende o casamento civil às pessoas do mesmo sexto.




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