O
subsídio de desemprego não deve ter um
valor mínimo defende a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP). Esta é a solução para que ninguém
ganhe mais no desemprego do que a trabalhar, revela o “
Diário Económico”.
Esta proposta vai ser discutida, esta quarta-feira,
na concertação social.
A medida parte do princípio de que o
salário mínimo líquido – descontando as despesas de quem trabalha – pode ficar abaixo daquele valor (em regra ronda os 419 euros), o que não estimula o regresso ao trabalho. Ao mesmo tempo, a CIP defende que o montante da prestação (65% do ordenado)
reduza à medida que a situação de desemprego se alonga.
De acordo com o mesmo jornal , esta proposta é também defendida pela Confederação de Turismo, mas quando o desemprego recusa certas ofertas de emprego.
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