A Frestacom, proprietária da revista masculina, garantiu hoje que sempre cumpriu com os pagamentos às modelos que fazem capa na publicação, explicando que só não pagou ainda a Liliana Queiroz porque não recebeu a fatura pelo trabalho de 2009.
"Não há nenhuma dívida, nem com a Liliana [Queiroz], nem com a Cláudia Jacques, nem com qualquer outra", garantiu hoje à agência Lusa o vice presidente da Frestacom, Gil Teixeira, dizendo que "nunca foram discutidos com nenhuma pessoa valores dessa grandeza [50 mil euros]".
Liliana Queiroz, que foi capa da revista masculina em setembro do ano passado, revelou esta semana que a Playboy Portugal não lhe pagou uma verba de 50 mil euros pelo trabalho feito para a publicação.
"A Liliana [Queiroz] ainda só não recebeu porque não nos enviou a fatura respetiva ao pagamento, cuja verba não é, nem de perto, nem de longe, a reclamada", disse o responsável da Playboy Portugal, que disse ainda que "não é verdade que no seu contrato haja direito a qualquer comissão sobre as vendas em banca, ao contrário do que já aconteceu sobre outras capas".
Já no que toca à relações públicas nortenha, Cláudia Jacques, que em tempos também reclamou falta de pagamento por parte da revista, Gil Teixeira disse que a verba acertada pelo trabalho para a edição de maio de 2009 foi paga, mas que a revista ainda espera a respetiva fatura.
"A Frestacom paga sempre a 60 dias e a Cláudia foi a única exceção. Recebeu 15 dias depois da revista estar nas bancas, mas nunca nos enviou o recibo correspondente, pelo que deixámos de pagar sem termos primeiro a fatura", explicou o responsável.
Gil Teixeira disse ainda que a empresa já tentou contactar inúmeras vezes Liliana Queiroz, mas que "foi até ao momento impossível".
"Quanto a pagamentos, exigimos documentação, somos rígidos, pagamos a 60 dias, e está tudo faturado no departamento de compras", sublinhou.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***




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