"Boa noite. Posso mostrar-vos uma coisa?" O Hélder e eu fomos abordados desta forma a semana passada na Rua da Bica, por volta das 23 horas. "Isto é um livro que eu fiz com crachás", continuou o nosso interlocutor. Sabiamos que o papel era o suporte mais comum para imprimir livros, também sabiamos que há quem use o hipertexto como suporte, só não sabiamos que já se escreviam livros em crachás. Pelo menos Teresa Roriz, a nossa interlocutora, já o faz há algum tempo. O exemplar que nos mostrou era um volumoso caderno almofadado com crachás pregados, tinha cerca de 14 páginas. O efeito é engraçado e vale por isso. Ficámos a saber que a família Roriz não tem talento apenas para a Dança.
Para saber mais sobre os livros-crachás de Teresa Roriz, e quiçá comprá-los, visite: http://teresaroriz.blogspot.com/
Tiago Guerreiro da Silva




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