Paulo Rangel diz que lista ao Conselho Nacional é sinal de coesão do PSD

Publicado em 07 de Abril de 2010   
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O candidato derrotado à liderança do PSD Paulo Rangel considerou hoje que a lista ao Conselho Nacional do partido que aceitou encabeçar, proporcional aos resultados das diretas, é um "sinal de coesão interna", com garantia de pluralidade.

Em declarações à agência Lusa, Paulo Rangel adiantou que a lista ao Conselho de Jurisdição Nacional do partido será igualmente conjunta, com as diferentes candidaturas à liderança do PSD representadas segundo o método de Hondt, de acordo com os resultados obtidos nas diretas de 26 de março.

Segundo o eurodeputado, a lista ao Conselho Nacional do PSD que aceitou encabeçar, a convite do novo presidente do partido, Pedro Passos Coelho, "visa essencialmente assegurar a coesão interna, garantindo o respeito pela ideia de pluralidade, que é uma riqueza do PSD".

"É um sinal de coesão interna, num momento em que o nosso adversário é o PS e em que queremos contribuir para a resolução dos problemas do país. Tanto as diferentes candidaturas como o presidente do partido dão um sinal de coesão interna, com respeito pela pluralidade e pela diversidade", reforçou Paulo Rangel.

Pedro Passos Coelho foi eleito presidente do PSD nas diretas de 26 de março com 61,20 por cento dos votos. Paulo Rangel ficou em segundo lugar, com 34,44 por cento, José Pedro Aguiar-Branco em terceiro, com 3,42 por cento, e Castanheira Barros em quarto, com 0,27 por cento.

O congresso social democrata de sexta, sábado e domingo, em Carcavelos, elegerá os novos órgãos nacionais do partido: Mesa do Congresso, Conselho Nacional, Comissão Política Nacional e Conselho de Jurisdição Nacional.

 

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

 



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