Fazer um vídeojogo não é brincadeira nenhuma. Uma coisa a sério custa algo como dois milhões de euros e é preciso ter uma máquina com arcaboiço para assegurar a distribuição e promoção do título. Foi por isso que a YDreams fechou a divisão de jogos; e é por isso que não deixa de ser interessante que a Gameinvest, depois de todos os percalços, continue a ser um player. Última conquista: parceria com a RealGames (da RealNetworks). Vão desenvolver o que chamam de "jogos casuais", de resto à semelhança dos que puseram no mercado em 2008, com distribuição garantida para a Europa, América Latina e EUA.
Portugal está cheio de génios que passam hora a jogar. Não se arranja para aí uma indústria? :-)




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