Inspecção-geral da Educação isenta a escola de responsabilidades e diz que não se tratou de bullying
A morte do menino de 12 anos que se atirou ao rio
Tua não foi causada por
bullying. A conclusão foi da
Inspecção-geral de Educação que ao investigar a morte de
Leandro isentou a escola Luciano Cordeiro, em Mirandela de responsabilidades pelo facto da criança ter saído da escola durante o período
lectivo e os colegas ao dizer que não se tratou de
bullying.
As conclusões do inquérito da inspecção não atribuem qualquer responsabilidade à direcção da escola, avança o
Jornal de NotíciasAs conclusões do inquérito dizem ainda que não se trata de um caso de bullying porque a criança não seria vítima de actos continuados de
violência.
O jornal avança que no relatório da inspecção são mencionados testemunhos contraditórios relativamente ao alegado episódio de agressão que
Leandro terá sido alvo. O documento citado pelo jornal diz que a criança saiu do recinto escolar “presumivelmente através das grades”, enquanto os restantes colegas saíram pelo portão principal “sem serem impedidos.”
A inspecção não vai instaurar qualquer procedimento disciplinar à escola Luciano Cordeiro mas vai enviar certidões à
Câmara Municipal de Mirandela, que tutela os funcionários da escola.
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