O governo aprovou hoje, em Conselho de Ministros, uma regra de excepção para contratar os médicos que entrem na reforma. Tal como i já tinha anunciado, a corrida às reformas antecipadas, motivada pelas novas regras para a aposentação, está a criar problemas nos serviços de saúde.
São já 500 os clínicos nessa situação desde o início do ano. Para evitar uma ruptura por falta de profissionais, o governo criou uma regra de excepção para os próximos três anos. “Os médicos que se encontrem aposentados serão contratados de forma mais ágil” e neste período “todos os que pedirem e obtiverem a antecipação da sua aposentação, passarão a poder continuar, se nisso convier aos serviços, a exercer a sua profissão, mantendo o direito à respectiva pensão, com actualização dos descontos que continuarem a efectuar”, anunciou a ministra da Saúde, Ana Jorge, num debate no Parlamento sobre saúde pedido pelo Bloco de Esquerda.




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