O presidente da Sonae SGPS, Paulo Azevedo, considerou hoje que 2009 foi “um ano muito intenso”, que o grupo “completou com muito sucesso e de forma muito equilibrada”, realçando que a prioridade continua a ser a internacionalização.
“Foi um ano muito intenso que completamos com muito sucesso e de forma muito equilibrada”, afirmou hoje Paulo Azevedo, na apresentação de resultados relativos a 2009, que, acrescentou, “refletem isso mesmo”.
“A nossa prioridade é a internacionalização, uma oportunidade e uma necessidade, e diversificar o estilo de investimento, alavancar o nossa capital e os nossos recursos humanos”.
O lucro da Sonae SGPS subiu 17,1 por cento em 2009, para 94 milhões de euros, face a 2008, com crescimento das vendas apesar do clima económico desfavorável, divulgou hoje a empresa.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Sonae destaca em 2009 ter apresentado "um crescimento do volume de negócios e da rentabilidade da sua operação".
Ao mesmo tempo, acrescenta, "reduziu a dívida líquida e aumentou o número de colaboradores".
As vendas do grupo liderado por Paulo Azevedo aumentaram 6 por cento para 5,67 mil milhões de euros, com as unidades de retalho a manterem um "forte" crescimento.
O EBITDA (lucro antes de juro, impostos, depreciações e amortizações), por seu turno, alcançou os 667 milhões de euros no ano passado, mostrando um crescimento de 7,6 por cento face a 2008.
"Foi um ano de trabalho extremamente intenso, em que reorganizámos a nossa estrutura empresarial, implementámos uma estratégia nova e complexa e continuámos a honrar o nosso crescimento económico e social de uma forma sustentável", lê-se na mensagem do presidente executivo da Sonae, Paulo Azevedo.
De acordo com a Sonae SGPS, no ano passado, o investimento totalizou os 614 milhões de euros (11 por cento do volume de negócios), refletindo sobretudo os planos de expansão das unidades de retalho, incluindo o processo de internacionalização.
O conselho de administração irá propor a atribuição de um dividendo ilíquido de 0,0315 euros por ação.
Esta proposta corresponde a um "dividend yield" de 3,6 por cento sobre o preço de fecho da ação a 31 de dezembro de 2009.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim




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