Os cientistas descobriram forma de compreender o cérebro dos psicopatas, tendo como pressuposto a dopamina, neurotransmissor de prazer e adrenalina, que é mais acentuado nessa amostra, adianta ABC.
O estudo apoia-se na reacção neurológica dos psicopatas que, segundo testes, têm níveis de produção de dopamina quatro vezes superiores aos normais.
Os estudos levados a cabo no passado concentravam-se nos prismas do medo, da empatia e das habilidades interpessoais do psicopata, interpretando-o como um ser frio e sem escrúpulos. No entanto, agora surgiu uma viragem na investigação e os cientistas examinam os seus estados de ansiedade, de impulsividade e a próprio modo como os psicopatas encontra formas de recompensa.
Os fundamentos deste estudo, publicados na revista “Natura Neuroscience”, podem servir para descobrir como evitar traços de personalidade “anti-social”.




Rating: 0.0
Actividade em ionline