Presidente da Venezuela quer restrições a sites e a redes sociais como o Facebook e Twitter
Hugo Chávez quer maior controlo sobre a internet. À semelhança do que acontece na
China, em
Cuba ou no
Irão, também o presidente da
Venezuela quer agora restrições ao uso da internet.
Chávez declarou este fim-de-semana que “a internet não pode ser uma coisa aberta onde tudo é dito e feito.” A vontade do presidente de controlar os conteúdos partilhados na web vai mais longe e
Chávez defendeu mesmo que “cada país deve aplicar as suas próprias regras e normas.”
A necessidade de controlar a
internet abrange as redes sociais.
Facebook e
Twitter estão na mira do presidente venezuelano: temos tido queixas de que “há pessoas que usam esses sites para espalhar rumores infundados” e chegou mesmo a apelidar de “ferramentas do terror” os posts do
Twitter.
A revolta do presidente concretiza-se no site
noticierodigital. Diz
Chávez que este site de notícias é o exemplo de que a internet não pode ser livre. O site publicou uma notícia, durante dois dias em que dizia que
Diosdalo Cabello, um antigo ministro apoiante de
Chávez tinha sido assassinado. O post não agradou ao presidente que o apresentou como exemplo: “temos que agir. Vamos pedir ajuda ao
Procurador-Geral porque isto é um crime. Eu tenho informação de que esta página publica periodicamente histórias a incitar um golpe de
Estado. Isso não pode ser permitido.”
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