O candidato à liderança do PSD Paulo Rangel manifestou hoje a expetativa de que não apareçam mais candidatos à presidência do partido, além dos quatro já apresentados.
“A minha expetativa é que sejam só quatro, ninguém está impedido de se candidatar, se se candidatar teremos que respeitar e até saudar”, afirmou Rangel à entrada para o Congresso.
Rangel pronunciou-se ainda contra a proposta – que entretanto a mesa do Congresso decidiu não apresentar – de reduzir de dois para um dia a duração da reunião magna, considerando que fragilizaria “não os candidatos mas os militantes”.
Além de Rangel, são candidatos à presidência do PSD José Pedro Aguiar-Branco, Pedro Passos Coelho e Castanheira Barros.
O vice-presidente do PSD Rui Rio, apoiante de Aguiar Branco, desvalorizou a polémica à volta da duração do congresso.
“Respeito todas as opções, respeito os candidatos todos, os quatro, já tomei a minha opção há muito”, afirmou.
Questionado porque é que não avançou para uma candidatura, Rui Rio sublinhou que não coleciona candidaturas, lembrando que ganhou a Câmara Municipal do Porto há quatro meses.
Sobre se podem aparecer mais candidatos, Rui Rio foi perentório: “Não acho possível”.
Na mesma linha, também Alexandre Relvas, presidente do Instituto Sá Carneiro, considerou que Marcelo Rebelo de Sousa “era um bom candidato, mas há aqui outros bons candidatos”.
“Este é um momento único para os candidatos apresentarem as suas propostas, sobretudo é um congresso que dá uma oportunidade única aos candidatos para falarem para os militantes e para o país”, afirmou Alexandre Relvas, apoiante também de Aguiar Branco.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.




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