Principal exorcista da Santa Sé não tem dúvida: casos de pedofilia que abalam a Igreja Católica são sinal de que o diabo anda pelo Vaticano
Aos 85 anos, o padre
Gabriele Amorth já lidou com 70 mil pessoas possuídas pelo demónio. Ele é o principal exorcista da Santa Sé e acaba de lançar um livro que faz jus a uma carreira: "Memórias de um Exorcista".
E, para Amorth, não há dúvidas de que os recentes escândalos de
abuso sexual de menores em instiuições da
Igreja são obra de
Belzebu.
"O Diabo está a trabalhar dentro do Vaticano", diz o padre Amorth em entrevista ao
La Repubblica. Para o padre, as influências satânicas estão espalhadas por todo o Vaticano e são bastante óbvias nos episódios de luta pelo poder interno na igreja, entre "cardeais que não acreditam em
Jesus e bispos que estão ligados ao demónio."
A "cobertura" da morte de
Alois Estermann, o comandante da
Guarda Suíça, em 1998, e do guarda Cedric Tornay, encontrado morto de forma misteriosa, é, na opinião de Amorth mais um exemplo de como o diabo vive e trabalha no Vaticano.
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