Estavam 20 trabalhadores na obra do viaduto que ruiu esta noite no IP4, em Amarante, quando se verificou a derrocada, segundo o comandante dos bombeiros.
Fernando Rocha, que referiu estar em contacto com a empresa responsável pela obra, adiantou ainda que se prevê que as operações de remoção dos escombros - muitas toneladas de cimento e ferro - possam demorar seis horas.
A mesma fonte referiu que uma equipa cinotécnica dos bombeiros, com dois cães, não detetou sinais humanos ao percorrer os destroços. E confirmou que há uma testemunha que contou que um automóvel terá ficado debaixo dos escombros.
Oito feridos deram entrada no hospital, seis em Amarante e dois em Penafiel, todos feridos ligeiros, todos trabalhadores na obra em curso e todos homens, com idades compreendidas entre os 23 e os 50 anos, segundo fonte do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa.
Várias retroescavadoras estão a tentar retirar os destroços do que resta do viaduto. Equipas de socorro e operários da obra estiveram a regar com água o cimento, com receio de que secasse, o que dificultaria as operações de remoção dos destroços.
O local da derrocada - no início do troço entre Amarante e Vila Real do IP4 - está a ser alargado com vista à sua transformação em autoestrada.
Segundo a GNR, na sequência do acidente, a A4 está cortada no sentido Porto-Amarante e o IP4 entre Vila Real e Amarante, estando o trânsito a ser desviado, nomeadamente no nó de Padornelo (IP4), para a Estrada Nacional 210.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***




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