Uma grua encontra-se já no IP4, onde caiu um viaduto em construção, removendo os destroços em busca de eventuais pessoas soterradas, pois "estavam trabalhadores na obra no momento do acidente", revelou o Comando Geral da GNR.
Segundo a mesma fonte, a queda do viaduto, "no nó de Geraldes, ao quilómetro 59,6, ocorreu cerca das 20:30, quando os trabalhadores estavam em laboração com todos os materiais inerentes a uma obra: ferros, massas, etc".
"Desconhece-se, por enquanto, se está alguém debaixo dos destroços, havendo apenas conhecimento de quatro feridos, presumivelmente ligeiros, resultantes de acidentes de trânsito", indicou ainda.
A GNR declarou ainda à agência Lusa que, "em princípio, as viaturas não foram atingidas por destroços, tendo-se os acidentes produzido como reação à queda do viaduto", nomeadamente pela necessidade de travagens bruscas.
Na sequência do acidente, a A4 está cortada no sentido Porto-Amarante e o IP4 entre Vila Real e Amarante, estando o trânsito a ser desviado, nomeadamente no nó de Padornelo (IP4), para a Estrada Nacional 210.
A GNR tem "três patrulhas do destacamento territorial e duas do destacamento de trânsito" no local, onde se encontram também viaturas de desencarceramento e ambulâncias dos Bombeiros Voluntários de Amarante e viaturas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
O local da derrocada - no início do troço entre Amarante e Vila Real do IP4 - está a ser alargado com vista à sua transformação em autoestrada.
Entretanto, o Hospital de Amarante revelou à Lusa ter recebido três feridos com escoriações, provavelmente trabalhadores da obra.
Fontes no local indicaram, por seu turno, que um carro poderá estar soterrado sob os destroços do viaduto, que ruiu por completo, o que não foi ainda confirmado por nenhuma fonte oficial.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico***




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