A administração da TAP processou os membros da direção do sindicato dos pilotos da Aviação Civil (SPAC) por, segundo a empresa, terem questionado a segurança dos voos da Portugália para justificar a greve na transportadora detida pela TAP.
A administração executiva da Portugália também processou os membros da direção do SPAC, segundo fontes ligadas ao processo, num caso que se refere à greve da Portugália, em abril de 2009, que levou ao cancelamento de cerca de 40 voos da transportadora.
Fonte oficial do SPAC confirmou à agência Lusa a existência da queixa, mas, afirmou que "o sindicato não se pode pronunciar sobre o teor da queixa, porque está em segredo de justiça".
Fonte oficial da TAP confirmou também à Lusa que a transportadora fez queixa dos membros da direção do sindicato por "terem usado na fundamentação para a greve questões de falta de segurança".
"Em companhias de aviação, a questão da segurança é dogma", disse a fonte oficial da transportadora.
Na greve da Portugália, em abril de 2009, os pilotos reivindicavam a adoção de um regulamento de utilização "responsável e seguro", com a inclusão de "tempos de repouso, folgas, férias e tempos máximos de trabalho que reduzam os riscos operacionais associados à fadiga acumulada".
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***




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