Mais liberdade de internet para Cuba, Irão e Sudão

por Maria Catarina Nunes, Publicado em 09 de Março de 2010   
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No início do ano a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, disse que apoiaria o desenvolvimento de novas ferramentas para a permitir que os cidadãos contornem a censura política. E assim o fez. O departamento de Tesouro dos Estados Unidos facilitou as sanções no Irão, Cuba e Sudão de forma a implementar a utilização da Internet e dos grupos de oposição.
Serviços de mensagens instantâneas, redes sociais, blogues, e-mails, chats, partilha de imagens e de vídeos, são agora autorizados a serem exportados pelos Estados Unidos (EU). No Irão, depois das últimas eleições presidenciais, a oposição usou as redes sociais e serviços de Internet para organização de protestos.
O movimento pretende assegurar que as pessoas, desses países, podem exercer o seu direito universal à liberdade de expressão e de informação na medida do possível. O vice-secretário do Tesouro, Neal Wollin disse que “como os recentes acontecimentos mostraram no Irão , as comunicações pessoais de Internet, como e-mail, mensagens instantâneas e redes sociais, são ferramentas poderosas”. O departamento do Tesouro permitiu a exportação desses serviços aos três países e a exportação de software de comunicações no Sudão e no Irão. Em Cuba, a exportação de software fica a cargo do Departamento do Comério. Como o número de utilizadores de internet em Cuba é ainda muito baixo, as sanções não se farão sentir com grande impacto.


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