As verbas para a Lei de Programação Militar vão sofrer um corte de 40 por cento face ao previsto, para além de não poderem ser assumidos quaisquer novos compromissos para comprar novos equipamentos, anunciou hoje o ministro das Finanças.
“As despesas no domínio militar também serão limitadas. Iremos proceder a um corte de 40 por cento das verbas previstas na Lei de Programação Militar (LPM) para efeito da aquisição de equipamentos dessa natureza e não serão assumidos quaisquer novos compromissos no domínio militar que possam acarretar acréscimos de despesas”, anunciou Teixeira dos Santos.
O governante falava durante a apresentação das linhas mestras do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) aos jornalistas, no dia em que as apresenta aos partidos e parceiros sociais.
O esforço para reduzir os custos associados às Forças Armadas incide ainda numa redução e racionalização das despesas de funcionamento corrente, que incidirão especialmente “na racionalização dos processos de compras públicas e de serviços partilhados”.




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