O candidato à liderança do PSD Aguiar-Branco afirmou hoje no Porto acreditar que dia 26 será “com certeza” vencedor, sustentando a sua confiança na campanha a “correr em crescimento sustentado” que tem levado a cabo por todo o País.
“Acho que [a campanha] está em crescimento sustentado e acredito que no dia 26 de março com certeza serei vencedor” salientou José Pedro Aguiar-Branco, minutos antes de iniciar uma reunião com o Núcleo Ocidental do Porto do Partido Social Democrata.
Aguiar-Branco espera que até ao dia 26, todos os candidatos façam uma campanha “digna” e que “no final ganhe o melhor”.
“O melhor que venha a exercer a função de primeiro ministro de Portugal e eu quero acreditar que os militantes vão confiar na minha pessoa para o efeito”, frisou.
Salienta mesmo que no distrito do Porto tem muitos apoios pelo que está “confiante em obter um muito bom resultado”.
Sobre a existência de várias candidaturas, acredita ser uma situação “normal” que “também credibiliza o partido”.
Aos militantes que hoje se reuniram no Porto, Aguiar-Branco pretendia transmitir “que é necessário reabilitar alguns valores essenciais que a governação do Engenheiro Sócrates pôs em causa"
“E mostrar que a minha candidatura é uma que não pretende mudar nem romper mas sim unir, que se coloca acima de qualquer sensibilidade ou fação dentro do partido e que por isso é aquela que estará em melhores condições para que também depois, no País consiga, unir”, explicou.
Isto porque está “convencido que o próximo presidente do partido irá ser o primeiro ministro de Portugal”.
Questionado sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), a ser apresentado segunda feira aos partidos, Aguiar Branco relembrou “as palavras do primeiro ministro quando disse que não iria haver impostos”.
“Por isso, aguardo o que o PEC diz, quero acreditar que a palavra do primeiro ministro, ao dizer que não ia haver aumento de impostos, se verifica e, mais em concreto, só amanhã quando tomarmos conhecimento do que nos vai ser apresentado”, referiu.
O candidato explicou que “o estado não emagreceu aquilo que devia ter emagrecido e continua a consumir 50 por cento, mais ou menos, da nossa riqueza”.
Defende, por isso, a necessidade de “fazer um emagrecimento e uma contenção do lado da despesa para que seja possível, que até 2013, conseguir atingir os objetivos sem matar a economia”.
“É muito importante que a economia esteja em condições de funcionar, e funcionar bem”, realçou.
***Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico***




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