Pode pensar-se que a chave para um casamento eterno é o romantismo de um fim de tarde mas as estatísticas revelam outros segredos: casar-se com uma idade madura, com alguém da mesma idade e ter filhos.
As conclusões são de um estudo divulgado terça feira pelo Centro de Controlo de Doenças (CDC, na sigla em inglês), uma agência do governo norte-americano.
O nome deste organismo pode confundir mas o casamento não é considerado uma doença.
Pelo contrário, várias investigações demonstram que as pessoas casadas vivem mais tempo e têm menos doenças físicas e mentais do que os que optam por não casar.
O CDC apurou os segredos para um matrimónio duradouro através da análise de um inquérito feito em 2002 a mais de 12.500 norte-americanos, uma amostra considerada representativa de todo o país.
A primeira conclusão é que a maturidade dos noivos, pelo menos a sua idade, eleva as possibilidades de que o casamento perdure no tempo.
Cerca de 75 por cento dos que sobem ao altar depois dos 26 anos continuam casados dez anos depois ao passo que apenas 50 por cento dos que se casam durante a adolescência conseguem comemorar os 10 anos da união.
A descendência também ajuda: quase 80 por cento dos homens e mulheres que tiveram o primeiro filho oito meses depois do casamento continuam juntos dez anos depois.
Outro fator importante para a longevidade dos matrimónios nos Estados Unidos prende-se com as características raciais, de acordo com este estudo.
Cerca de 65 por cento dos casais da mesma raça continuam unidos uma década depois, contra os 54 por cento dos casais de raças diferentes que resistem a dez anos de casamento.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***




Rating: 0.0
Actividade em ionline