Angie Jackson, 27 anos, garante ter recebido ameaças de morte e insultos depois de ter publicado na internet relatos sobre as razões que a levaram a tomar uma pílula abortiva. A norte-americana causou polémica ao relatar no
Twitter, no seu blogue e num vídeo colocado no Youtube, detalhes sobre a sua gravidez indesejada.
Jackson explica que decidiu interromper a gravidez de três semanas porque depois da primeira gestação, que foi de alto risco, os médicos teriam alertado para não ter mais filhos. Esclarece ainda que utilizava o
DIU como método contraceptivo mas que este falhou.
Antes de divulgar que tinha feito um aborto, Angie tinha cerca de 800 seguidores no Twitter. Agora são mais de 2 mil, que mandam mensagens tanto de apoio como de crítica.
Tanto no Twitter como no YouTube, algumas pessoas chamaram Jackson de "
prostituta" e "assassina de bebés". Alguns chegaram a desejar "uma morte violenta e dolorosa" para o seu filho, enquanto outros se ofereceram para adoptá-lo.
Perante estas ameaças, Angie colocou um novo vídeo no
Youtube no qual enfatizava a parte em que dizia que a
gravidez poderia matá-la. "Impedir um ovo de se tornar uma pessoa não é a mesma coisa que matar alguém", concluiu.
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