É esta a medida que o governo britânico quer implementar no seu sistema de educação: que os encarregados de educação possam ter um parecer na escolha dos directores das escolas onde os seus filhos estudam.
Gordon Brown e o ministro da Educação, Ed Balls, anunciaram hoje a primeira experiência nesse sentido. A forma como funcionará é simples: as autoridades de educação devem dar provas aos pais de que as pessoas eleitas para os cargos de direcção das instituições escolares têm um currículo de sucesso que prove a sua competência. Caso os pais não aceitem os nomes propostos, podem exigir a troca de direcção.
Cerca de 200 escolas britânicas já foram consideradas elegíveis para serem acreditadas para esta experiência e o governo espera que este número aumente para 500 até 2015.
Para pôr o plano em prática, Brown vai ainda recrutar 150 profissionais acreditados para as avaliações das direcções escolares, num investimento que ronda as 10 milhões de libras (cerca de 11 milhões de euros).




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