O caso começou quando um casal acusou a escola do seu filho de espiar o aluno através de programas instalados nos portáteis oferecidos pelo estabelecimento aos alunos.
A acusação baseava-se numa convocatória da escola, no estado da Pensilvânia, EUA, aos pais. Na reunião, o director da escola confrontou o casal com imagens de "conduta imprópria" do aluno, que teriam sido captadas em casa pela webcam do computador do estudante.
E o que aconteceu com o aluno poderá ter acontecido com todos os alunos que receberam portáteis neste sistema, daí que o FBI esteja já a investigar o sucedido.
A escola disse já que também pôs os seus advogados a analisar a situação, já que defende que o acesso às webcams dos alunos aconteceu apenas em 42 alturas em que os portáteis tinham sido dados como perdidos ou roubados.




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