A jornalista e ex-subdirectora do "Jornal de Sexta" da TVI, apresentou uma participação criminal por se sentir lesada com o teor das escutas retiradas do processo Face Oculta onde, alegadamente, José Sócrates fala com Armando Vara sobre o negócio de compra da TVI por parte da Portugal Telecom.
Manuela Moura Guedes alega que há “indícios fortes” da existência de um plano do governo para controlar a estação de Queluz, avança o Correio da Manhã.
A jornalista já terá feito seguir para a Procuradoria-Geral da República uma participação criminal que visa forçar a abertura de um inquérito ao alegado plano do governo de José Sócrates.
O PGR, Pinto Monteiro, diz não ter encontrado indícios para abrir uma investigação criminal ao caso mas a jornalista acredita o contrário depois de divulgadas as escutas das conversas entre Sócrates, Armando Vara e Rui Pedro Soares, da PT.
Com esta participação de Manuela Moura Guedes, a Procuradoria é obrigada a abrir um inquérito, dadas as suspeitas de crime contra o Estado de Direito que é um crime público.




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