O Presidente da Caixa Geral de Depósitos diz que o processo de privatização da Caixa Geral de Depósitos está na fase final. Falta apenas o aval do estado, como accionista.
Faria de Oliveira, ouvido esta manhã na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, quis ainda sublinhar que o prejuízo do BPN baixou de 575,2 milhões de euros em 2008 para 87 milhões de euros nos três primeiros trismestres de 2009.
O presidente da CGD responde hoje às questões dos deputados, numa audição pedida pelo CDS/PP.
Faria de Oliveira (CGD) garantiu hoje que a melhor solução para o BPN é vendê-lo ou a um banco estrangeiro interessado em crescer em Portugal ou a algum dos bancos nacionais mais pequenos.
Faria de Oliveira falou ainda das perspectivas de venda do banco, mas não garantiu que o negócio do BPN dê lucro ao estado. "Vamos tentar maximizar os proveitos com a venda do banco e minimizar os custos em que o estado possa incorrer", disse na Assembleia da República. "Os estudos feitos até agora visam criar um quadro que permita minimizar qualquer custo que o Estado venha a suportar com a nacionalização" do banco, prometeu.
O objectivo é "maximizar as condições de atractividade da privatização" de maneira a receber as maiores receitas possíveis, acrescentou Faria de Oliveira.
De acordo com Faria de Oliveira, o Estado quer garantir que "quem adquirir o banco tem competências e capacidade para a tornar uma instituição competitiva".




Rating: 0.0
Actividade em ionline