Parlamento

Faria de Oliveira: modelo de privatização do BPN quase fechado

Publicado em 20 de Janeiro de 2010   
O presidente sublinha que o prejuízo do BPN baixou de 575,2 milhões de euros em 2008 para 87 milhões de euros nos três primeiros trimestres de 2009.
Opções
a- / a+

O Presidente da Caixa Geral de Depósitos diz que o processo de privatização da Caixa Geral de Depósitos está na fase final. Falta apenas o aval do estado, como accionista.

Faria de Oliveira, ouvido esta manhã na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, quis ainda sublinhar que o prejuízo do BPN baixou de 575,2 milhões de euros em 2008 para 87 milhões de euros nos três primeiros trismestres de 2009.
O presidente da CGD responde hoje às questões dos deputados, numa audição pedida pelo CDS/PP.

Faria de Oliveira (CGD) garantiu hoje que a melhor solução para o BPN é vendê-lo ou a um banco estrangeiro interessado em crescer em Portugal ou a algum dos bancos nacionais mais pequenos.

Faria de Oliveira falou ainda das perspectivas de venda do banco, mas não garantiu que o negócio do BPNlucro ao estado. "Vamos tentar maximizar os proveitos com a venda do banco e minimizar os custos em que o estado possa incorrer", disse na Assembleia da República. "Os estudos feitos até agora visam criar um quadro que permita minimizar qualquer custo que o Estado venha a suportar com a nacionalização" do banco, prometeu.

O objectivo é "maximizar as condições de atractividade da privatização" de maneira a receber as maiores receitas possíveis, acrescentou Faria de Oliveira.

De acordo com Faria de Oliveira, o Estado quer garantir que "quem adquirir o banco tem competências e capacidade para a tornar uma instituição competitiva".



Qual a sua reacção:
Tem mais informações sobre esta notícia?
Conte a sua história. Seja um iRepórter.

Notícia relacionada

Close