A esta hora, disputa-se ainda a final masculina do Estoril Open. Ao domingo, como estava previsto. Desde a primeira edição em 1990 que João Lagos tem sido atormentado pela chuva, que insiste em adiar encontros, afastar espectadores e estragar a festa. Tanto que optou por colocar uma imagem da Nossa Senhora de Fátima numa das bancadas do court central.
Este ano, tudo parecia estar a correr às mil maravilhas. Os primeiros dias da prova foram disputados sob um sol abrasador. Tanto que no primeiro dia, ouvi dizer no recinto que este seria o primeiro bronze do ano e, como tal, seria preciso ter cuidado. As excelentes condições climatéricas aliadas à oportunidade de assistir aos jogos de Michelle Brito criaram um cenário de sonho para a organização do torneio.
Como diz o ditado, não há bem que sempre nem mal que nunca acabe e assim que chegou a terça-feira, chegaram também as previsões que até hoje as temperaturas iam baixar e que havia possibilidade de chuva. Dito e feito.
O sábado da final feminina e das meias-finais masculinas foi arrasado pela chuva, obrigando a que uma das meias-finais, entre James Blake e Nikolay Davydenko, terminasse hoje de manhã com a vitória do norte-americano.
A terminar, Frederico Gil conseguiu mais um feito, apesar de ter sido eliminado logo na primeira ronda. É que mesmo sem ter conseguido ganhar um jogo pela primeira vez em quatro edições, continua a ser sempre eliminado por um adversário que chega à final.




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