Apesar de o número de casos de gripe A continuar a aumentar, as farmácias reduziram os pedidos de Tamiflu, devido a uma elevada quebra na procura do medicamento. As vendas de Tamiflu e Relenza caíram a pique, depois de uma autêntica corrida à compra destes medicamentos.
Segundo o Diário de Notícias, em Agosto as farmácias encomendaram 50 mil embalagens, e em Outubro, os pedidos não ultrapassaram as 800 mil.
Aline Aguiar, vice-presidente da Associação das Farmácias de Portugal, diz que "a venda de Tamiflu parou como parou a correria aos produtos para desinfectar as mãos".




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