Jerusalém

Quando matar crianças é considerado legítimo

Publicado em 19 de Novembro de 2009   
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Em determinadas situações, pode matar-se bebés e crianças sem que isso seja homicídio. O governo israelita apoia um movimento de rabinos que vivem na zona de conflito entre Israel e a Palestina que defende a morte de bebés e crianças que tenham os pais "malvados" - um conceito que inclui todos os gentios.

Os responsáveis consideram que árabes e cristãos são seres menores, mais perigosos, e sempre dignos de alguma desconfiança. A morte das crianças é apresentada como "preventiva, porque a sua presença pode promover assassinatos, porque crescerão para fazer-nos mal", justificam. Assim, corta-se o mal pela raiz, consideram.

permitido fazer mal a filhos de líderes para pressioná-los com o objectivo de que não volte a agir com maldade", explicam Shapira e Elitzur no livro de escreveram. Os dois ensinam os alunos a não ligarem às orientações das leis civis do país. "Não é preciso uma decisão do Estado para permitir o derramamento de sangue daqueles que pertencem a um império maléfico. Inclusivamente os indivíduos atacados pela soberania do mal podem sofrer represálias. Consideram ainda que a morte de filhos de gentios "não viola qualquer das 7 leis que Deus outorgou a Noé" uma vez que trava a "ameaça de serem criados por gente malvada".



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