Existiram orientações directas do então secretário de Estado do Ambiente, Rui Nobre Gonçalves, para que a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) do projecto para o Freeport Alcochete fosse submetida a aprovação num prazo de 56 dias.
A nova informação no caso de corrupção é avançada por Antonieta Castaño, ex-presidente da comissão de avaliação do projecto para construção do centro comercial.
Segundo o Diário de Notícias, que avança hoje a notícia, os procuradores do caso estão ainda mais intrigados com este novo dado avançado pela testemunha, questionando arguidos e testemunhas sobre o chumbo do projecto em Dezembro de 2001, quando, no entender do Ministério Público, este poderia ter sido aprovado sem condicionantes.
Se assim tivesse acontecido, adianta o diário, teria sido diferente, já que a aprovação obrigaria a que constasse, na respectiva DIA, que algumas valências (como o hotel e o bowling) não poderiam estar integradas no projecto.




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