Andy Murray desiludiu hoje ao ser eliminado pelo argentino Juan Monaco no primeiro jogo que disputou no Masters de Roma. A derrota precoce tornou-se na primeira na ronda inaugural desde Agosto de 2008.
Numa altura que o melhor britânico da actualidade e possivelmente um dos melhores de sempre se preparava para atacar o terceiro lugar de Novak Djokovic, esta derrota funciona como um balde de água fria no escaldante temperamento de Murray. O escocês está longe de criar uma fábrica de destruição de raquetes como Marat Safin poderia muito bem ter criado, mas vontade não lhe falta. Cada ponto perdido infantilmente é uma frustração enorme e esta derrota nas vésperas de Roland Garros não lhe deve ter caído muito bem.
Em Janeiro, o início fulgurante de temporada deixou antever que poderia ombrear com Nadal e Federer, vencendo ambos, mas aos poucos a garra tem vindo a desaparecer. Novak Djokovic está mais regular e pode voltar a aumentar a distância para o rival. A terra batida favorece-o, mas um número quatro do mundo não se pode desculpar com as superfícies. Tem de ser bom, melhor que os outros, e basta!




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