A notícia é avançada pela TSF, que entrevistou o presidente da Cáritas, Eugénio Fonseca, e o presidente do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, Francisco Madeluno, acerca da situação.
O alerta já fora feito no final de Agosto, confirmando-se agora que, depois das férias, com o encerramento de mais empresas, aumentou o número de famílias que ficou sem meios de subsistência - o que levou ao aumento dos pedidos de ajuda à Cáritas Portugal. "Está a aumentar a procura nas diferentes cáritas e paróquias", explica Eugénio Fonseca, avançando que existem "três níveis de pessoas nesta situação, que são as pessoas que efectivamente ficaram desempregadas que procuram apoio para encontrar um novo trabalho, as pessoas que apesar de estarem a receber o subsídio de desemprego têm os mesmos encargos e por outro lado temos um drama muito grande os que nem sequer têm acesso ao subsídio".




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