A notícia caiu como uma bomba no mundo do ciclismo português. Nuno Ribeiro, vencedor da Volta a Portugal deste ano, acusou EPO (eritropoietina) em análises feitas dias antes de começar a competição. O ciclista de Valongo emitiu um comunicado onde avisa que foi "notificado via e-mail de um resultado analítico adverso, em controlo fora de competição, pelo que aguarda a realização da contra-análise a ser efectuada no próximo mês de Outubro".
O comunicado refere ainda que o ciclista não falará à comunicação social pela simples razão de ainda "não haver dados finais analíticos", por isso, "remeter-se-á ao silêncio a fim de evitar especulações e deturpações quanto à sua situação desportiva, pelo que espera da comunicação social o respeito pela sua pessoa e família, o direito à privacidade e bom nome, até decisões jurisdicionais ou judiciais finais". A Liberty Seguros confirmou os casos de doping de Nuno Ribeiro, Hector Guerra e Isidro Nozal e, como consequência, vai retirar o patrocínio à equipa, que deixará de existir.




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