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Budapeste sem problemas de expressão pelos Clã

por Nelma Viana, Publicado em 03 de Setembro de 2009   
Os Clã estiveram em Budapeste este ano, naquela que foi uma "visita de médico". Ainda assim, absorveram o que de melhor a cidade tem para oferecer: gente simpática e arquitectura de sonho, na Paris do Oriente.
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O hotel favorito
Quando viajo, os hoteis não são uma parte muito importante da viagem – basta que tenham um preço acessível, sejam minimamente asseados e com casa de banho privativa. A sua função é garantir uma boa noite de sono depois de um dia a correr a cidade. Em Budapeste, a nossa agência arranjou-nos um hotel que cumpria estes requisitos. Simpático, asseado e económico. Não me lembro do nome...
O restaurante
Tentámos jantar num restaurante que vinha muito bem cotado no guia Wallpaper. (Ficava na praça Ferenc Liszt onde há muitos restaurantes.)Tinha muito bom aspecto e a comida que vimos passar parecia deliciosa! Mas estava lotadíssimo… Acabámos num outro restaurante, também simpático. Jantar na esplanada, numa quente noite de primavera.
Menos “gourmet”, mas gastronómica e culturalmente interessante  também é petiscar algumas das iguarias locais nas tasquinhas do Mercado Central. 
O passeio
Budapeste é uma cidade lindíssima, tranquila, romântica, com essa qualidade especial das cidades atravessadas por um rio (como Paris, Roma ou Florença). Assim, o passeio ideal é seguir junto ao rio, com ocasionais desvios para pequenas ruas e bairros que pareçam mais interessantes ou misteriosos.
O bar
O nosso concerto foi num cargueiro ancorado na margem de Buda – o A38 Ship. Além da sala de concertos, onde tocámos com os I’m From Barcelona (sala grande, com excelentes condições técnicas e um público muito atento e cúmplice), o A38 Ship é ainda restaurante e bar com muito bom ambiente e com o “plus” de se poder beber um copo ao ritmo do balanço do rio.
A livraria
Não houve tempo para procurar livrarias…
A melhor rua de compras

A rua Vací Utca é a rua mais movimentada e mais famosa para compras. Mas, pessoalmente, não lhe achei grande graça. Parecida com a rua de S.ta Catarina no Porto, tem as mesmas lojas do costume e, francamente, não gosto muito de fazer compras. Fiquei mais interessada na “Feira da Ladra”:feira de antiguidades, artigos em segunda mão, “recuerdos” da ocupação soviética… a ver quando lá voltar.

O segredo mais bem guardado de Budapeste

O que me surpreendeu na cidade foi, apesar de ser uma capital, a sua tranquilidade – não havia trânsito infernal, as pessoas circulavam calmamente nas ruas, sem stress. Um dos momentos mais simpáticos do nosso tempo livre em Budapeste foi o final da tarde, sentados numa esplanada da Praça da Liberdade, a degustar umas bebidas frescas enquanto observávamos os locais – passeando os seus (muitos) cães, lendo no jardim, as crianças a brincar… gente pacífica e bonita a viver a sua cidade.
Ah! E não havia música ambiente na esplanada! Perfeito!

Duas notas finais – a simpatia das pessoas, sempre muito atenciosas e, quase sempre, falando bem inglês. (Não fosse assim, e a comunicação seria muito difícil!...)
O Metro – uma experiência imperdível! O Metro mais antigo da Europa Continental, funciona lindamente e é um espaço magnífico para sentir o pulsar da cidade.

 

Tome nota:

 

Ferenc Liszt:

Karma cafe & restaurant

VI. Liszt Ferenc tér 11

www.karmabudapest.com

Mediterran

VI. Liszt Ferenc, distrito 10

Vian

VI. Liszt Ferenc, distrito 9

A38 Ship

1364 Petofi Bridge Buda Side

www.a38.hu

Ecseri Nagykoroesi

Nagykoroesi ut, 156, no distrito 9

 

 



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