Rosalind é uma espanhola que nasceu em Nova Orleães, nos EUA. Tem agora 66 anos, vive há 40 em Espanha e a ONU deu-lhe razão após uma luta que travou durante 17 anos. Em 1992 , Rosalind passou uma noite na esquadra da polícia depois de lhe terem pedido a identificação por ser negra. Rosalind viajava de comboio e quando as autoridades entraram no seu compartimento pediram a identificação só a ela e a mais ninguém, por causa da sua cor de pele. Depois, Rosalind fez queixa à ONU e valeu a pena.
O Comitê dos Direitos Humanos da ONU afirmou agora, passados 17 anos, que a polícia não pode tratar de forma diferente uma pessoa pela cor da sua pele e que a raça não deve ser usada como indício de possível situação ilegal nos controlos de identidade. A ONU exige ainda uma explicação ao Estado espanhol, que assinou o Pacto dos DIreitos Civis e Políticos.
"A paciência e a persistência têm a sua recompensa", declarou Rosalind.




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