Sector funerário já tem plano de contingência para a gripe A

Publicado em 17 de Agosto de 2009   
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A Associação Portuguesa dos Profissionais do Sector Funerário (APPSF) anunciou hoje que desenvolveu um plano de contingência para gerir as actividades, a saúde e as implicações sociais no cenário de pandemia de gripe A (H1N1).

Apoiada nas linhas orientadoras da Organização Mundial de Saúde e da Direcção-Geral da Saúde, a APPSF, fundada pela empresa Servilusa, desenvolveu um plano que prevê a criação de um Comité de Gestão da Contingência, composto por 25 áreas ou serviços, desde o “call center” às diversas centrais operacionais, refere a associação em comunicado.

Cada uma dessas áreas será composta por três elementos (um titular e dois substitutos), perfazendo um total de 75 responsáveis.

Neste sentido, foram já identificadas todas as operações essenciais, os processos, os equipamentos e as competências necessárias, bem como o número mínimo de colaboradores fundamentais para manter a continuidade da actividade da empresa.

Além disso, a Servilusa tem ainda previsto locais de trabalho alternativos para os colaboradores que venham a ser afectados pela gripe, disponibilizando todas as condições técnicas para que possam inclusivamente trabalhar a partir de casa, caso seja necessário.

Para prevenir o contágio, a empresa vai reforçar o stock de material de protecção contra a gripe através da aquisição de cerca de 2000 pares de luvas descartáveis, um lote de 500 máscaras cirúrgicas, 240 máscaras de protecção respiratória e cerca de 20 embalagens de anti-viral.

“O plano de contingência foi delineado para que pudéssemos continuar a assegurar a qualidade e rapidez dos nossos serviços em situação de pandemia de gripe A”, sublinhou o director comercial da Servilusa, Paulo Carreira.

A Servilusa tem cerca de 300 colaboradores e mais de 70 lojas, centrais operacionais e centros funerários.

Contactado pela agência Lusa, o presidente da Associação Nacional de Empresas Lutuosas (ANEL), Nuno Monteiro, afirmou que a associação está também a elaborar com a Direcção-Geral da Saúde um plano de contingência para enfrentar a gripe A.

“Se tudo correr bem, o plano estará concluído amanhã ou depois”, sublinhou o presidente da ANEL, que tem 350 empresas associadas, com cerca de 1500 trabalhadores.

 



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