Crise

Zapatero declara guerra aos patrões

Publicado em 26 de Julho de 2009   
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Depois do fracasso do diálogo social entre patrões e sindicatos em Espanha, e da ruptura entre o primeiro-ministro espanhol, José Luís Zapatero, e a CEOE (Confederação Espanhola de Organizações Empresariais), o governo decidiu que não se pode esperar mais.
Portanto, o governo tomará a iniciativa e levará em frente as medidas sociais que considera essenciais e apenas algumas das medidas acordadas entre patrões e sindicatos.
Zapatero estava disposto a ceder ao patronato, algumas propostas da CEOE – como a redução das quotizações sociais – estiveram para ser aceites, de modo a que a entidade patronal pudesse integrar o pacto social. Contudo, Zapatero está convencido de que a CEOE provocou a ruptura do diálogo com os sindicatos e com o governo. Além disso, outras fontes do governo suspeitam que por detrás do presidente da CEOE, Gerardo Ferrán, está o Partido Popular..
No Conselho de Ministros de 13 de Agosto, Zapatero espera ver aprovada a medida que considera mais urgente: a ampliação dos subsídios de desemprego. Para além dessa medida apresentará o primeiro relatório sobre a Lei da Economia Sustentável. A sua pretensão é apresentar propostas que gerem emprego e criar as bases de um novo modelo económico.


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