Paulo Portas defende que programas sociais dos bairros devem ser avaliados

Publicado em 22 de Julho de 2009   
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O líder do CDS-PP defendeu hoje que os programas sociais a funcionar em bairros das áreas metropolitanas devem ser avaliados, considerando que alguns se limitam a distribuir rendas gratuitas e rendimentos mínimos que não incentivam as pessoas a responsabilizar-se.

“É necessário avaliar os programas sociais que funcionam nos bairros. Os programas sociais que funcionam devem ser apoiados, os que não funcionam deve-se pensar noutros porque não vale a pena estar a empenhar recursos públicos naquilo que não funciona”, disse Paulo Portas à Agência Lusa.

O líder do CDS-PP referiu que “existem programas sociais que funcionam, que conseguem aumentar a empregabilidade dos jovens, o respeito pelo património e a protecção da habitação social”, mas lembrou que existem outros que devem ser repensados porque “se limitam a distribuir rendas gratuitas e rendimentos mínimos que não incentivam as pessoas a procurar alterar o seu destino, a aceitar ofertas de emprego ou a responsabilizar-se”.

“É nestes eixos que é estruturada a nossa política de segurança. São medidas como estas, onde há uma clara noção de que a segurança é uma prioridade, e isso o CDS pode garantir”, disse.

“Há uma clara noção de que precisamos de proteger a polícia e ter mais policiamento. Uma clara noção de que precisamos de leis penais firmes e tribunais que funcionem e que transmitam confiança. E uma clara noção de que os programas sociais têm que ser apoiados para verificar os que funcionam”, adiantou Paulo Portas.

O líder do CDS-PP participou hoje na apresentação do candidato da coligação “Amadora tem Futuro” (PSD, CDS-PP e PPM) à Assembleia Municipal da Amadora, João Paulo Castanheira, numa iniciativa que decorreu no auditório da Câmara Municipal da Amadora.

A apresentação do candidato à presidência da Assembleia Municipal da Amadora contou com as presenças de Carlos Carreiras, presidente da Distrital de Lisboa do PSD e do vice-presidente do Partido Popular Monárquico, Gonçalo da Câmara Pereira.

 



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