Alberto João continua a distribuir "mimos" pelos jornalistas na Madeira

por Ricardo Paz Barroso, Publicado em 16 de Agosto de 2011   
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O pretexto era de festa, a da Senhora do Monte, ontem, no Funchal, mas acabou numa troca de argumentos entre Alberto João Jardim e uma jornalista do Diário de Notícias da Madeira. A comitiva, que além de incluir o presidente do governo regional contava também com todos os representantes das autoridades da ilha e ainda jornalistas, estava reunida numa sacristia para ver passar a procissão.

 

Até que Jardim tentou correr com a jornalista: "ponha-se a andar daqui para fora", disse, segundo o relato do Diário de Notícias (o de Lisboa), ameaçando a jornalista de chamar a polícia caso não cumprisse a ordem. Seguiu-se um rosário de acusações de comunismo em relação aos jornalistas daquele periódico madeirense. A jornalista (que não foi identificada no texto do DN) respondeu com ironia: "Estou a tremer, a tremer de medo".

 

Jardim voltou à carga na sua exigência de que a jornalista abandonasse a sacristia onde se encontravam , reiterando a ameaça da presença policial, ao que a jornalista disse que não saia e que a polícia até seria bem-vinda para resolver aquela situação.

 

Exaltado, o presidente ilhéu apelidou a jornalista de "revolucionária". De novo teve resposta por parte da jornalista: "Graças a deus".



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